Aprendendo com a dor, vivendo com a morte…

Neste ensaio, Julio compartilha uma experiência pessoal marcante que o levou ao universo hospitalar logo após sua formatura. A partir da convivência com a dor, o adoecimento e a morte, ele reflete sobre o impacto desses fenômenos na construção do sentido da vida. O texto aborda a angústia existencial, o papel do hospital como espaço simbólico e a importância de humanizar o cuidado — não apenas para os pacientes, mas para todos os envolvidos no sistema de saúde.

Como funciona a cabeça de um adolescente deprimido?

  Primeiro vou desmistificar a depressão. Um adolescente deprimido é diferente de um adulto deprimido! Os sintomas e o funcionamento de sua cabeça são diferentes. Não vou falar aqui dos sintomas clássicos da depressão, eles podem não estar presentes! O comportamento do adolescente tem sua forma específica para revelar que possa estar precisando de ajuda, …