Neste ensaio, Julio compartilha uma experiência pessoal marcante que o levou ao universo hospitalar logo após sua formatura. A partir da convivência com a dor, o adoecimento e a morte, ele reflete sobre o impacto desses fenômenos na construção do sentido da vida. O texto aborda a angústia existencial, o papel do hospital como espaço simbólico e a importância de humanizar o cuidado — não apenas para os pacientes, mas para todos os envolvidos no sistema de saúde.
A vida sem sentido do Superman
Uma reflexãi sobre a medicalização da vida, o mito da autossuficiência e o impacto da ideologia neoliberal na saúde mental. A busca por força absoluta nos transforma em órfãos emocionais, e o verdadeiro remédio está na qualidade das nossas relações humanas.
Como funciona a cabeça de um adolescente deprimido?
Primeiro vou desmistificar a depressão. Um adolescente deprimido é diferente de um adulto deprimido! Os sintomas e o funcionamento de sua cabeça são diferentes. Não vou falar aqui dos sintomas clássicos da depressão, eles podem não estar presentes! O comportamento do adolescente tem sua forma específica para revelar que possa estar precisando de ajuda, …
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